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Primeira Quinta-feira de Maio em Lisboa, Porto e Coimbra

 

 

Lisboa: Primeira Quinta-feira de Maio

Conforme divulgado anteriormente, realizou-se no passado dia 7 de Maio, na Igreja Capitular da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro em Lisboa – Igreja de Santo Condestável – às 19h, a Santa Missa de Devoção das primeiras quintas-feiras, celebrada pelo Cerimoniário Eclesiástico da nossa Lugar-Tenência Cav. Com. Reverendo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada.

Finda a Santa Missa todos se dirigiram para a sala de reuniões onde o Padre Gonçalo proferiu a palestra anunciada, sobre os Prós e Contras da Ressurreição. 

Porto: Primeira Quinta-feira de Maio

De acordo com o previsto no Plano de Actividades da Ordem – secção Porto, deu a OCSSJ início à condução do Terço do Rosário de Fátima, nos dias que lhe estão atribuídos na Paróquia de S. Salvador de Ramalde. Compareceu um número significativo de Cavaleiros e Damas; apraz-nos salientar a presença de um Cavaleiro e uma Dama da secção de Braga.
A Igreja Paroquial de Ramalde estava muito bem composta com um número significativo de paroquianos.
De igual modo se cumpriu a devoção da primeira quinta-feira do mês de Maio.

Coimbra: Primeira Quinta-feira de Maio

Conforme previsto, vários Cavaleiros e Damas da Ordem, reuniram-se no Centro Pastoral Irmã Lúcia, em Coimbra, a fim de celebrarem a nossa tradicional devoção das Primeiras Quintas-feiras, a qual, desta vez e por estarmos no mês de Maio, foi antecedida pelo Terço, cuja condução foi deferida aos membros da nossa Ordem. 

Presidiu à Santa Missa o nosso Cerimoniário Eclesiástico Adjunto, da Secção Centro, Cav. Rev. Pe. Francisco Prior Claro. 

À Homilia o Celebrante salientou, importantes aspectos relacionados com o chamado Primeiro Concilio de Jerusalém e, na sua sequência, a mais recentes indicações da Santa Sé sobre as situações irregulares de vida pessoal e as problemáticas que em torno dessa questão se levantam, designadamente na Alemanha.

A Primeira Leitura (em princípio, em dia comum de semana não há Segunda Leitura) foi, como é hábito assegurada por um Cavaleiro da Ordem, subindo, posteriormente, um outro, ao Ambão para fazer a Oração dos Fiéis, na qual se rezou pela Ordem, os Cavaleiros e Damas (os vivos e os já falecidos) e os Cristãos da Terra Santa, sendo que e a anteceder a Bênção final se recitou, em conjunto com os muitos Fiéis presentes, a Oração dos Cavaleiros e Damas.

Finda a Santa Missa e após breve troca de impressões, entre todos, o grupo dispersou.